Enquanto o Congresso Nacional discutia a Medida Provisória 1.303/25, investidores correram para comprar ativos que, segundo o texto original, perderiam a isenção de Imposto de Renda a partir de 2026.
As empresas adiantaram emissões e a indústria de fundos teve em setembro seu segundo melhor resultado mensal, com captação líquida de R$ 20,1 bilhões, resultado puxado pelos fundos de crédito privado, que voltaram a abrir para captação.
