Prezados leitores e investidores,
Nossos investidores e leitores habituais já sabem, então pode parecer repetição. Mas nunca é demais lembrar, então lá vai: a Trígono não utiliza o processo top-down (baseado em aspectos ou premissas macroeconômicas para construção das carteiras). A Trígono usa o bottom-up.
Este último é baseado nos fundamentos, no valor e no potencial de valorização das empresas. Privilegia-se aquelas com forte estrutura de capital, que pagam bons dividendos e aptas a passarem por ciclos econômicos adversos sem sofrer deterioração da estrutura financeira.




