O ano de 2023 já está perto de completar seu primeiro semestre.
Já estamos longe o suficiente, portanto, do 11 de janeiro, em que caiu no mercado a bomba de R$ 20 bilhões de rombo contábil jogada pela quase centenária Lojas Americanas no mercado de crédito (a revista Piauí deste mês traz uma reportagem extensa sobre o caso).
Desde então, as turbulências se moderaram e o pior parece estar se distanciando no retrovisor.
Houve menos resgates, os spreads de crédito no mercado secundário começaram a fechar para a grande maioria dos nomes e as emissões primárias vivem um momento de primavera às portas do inverno.
No mercado local, 16 de maio foi dia da Petrobras anunciar a mudança mais relevante em sua política comercial desde que adotou a PPI (Política de Paridade de Importação), em 2016.
Mas, antes de explicar melhor o impacto dessa mudança, vamos dar um passo para trás para entender como essa política comercial tem funcionado e afetado a empresa.
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