
Prezados investidores,
Nesta resenha, percorremos a segunda etapa da jornada que começou na segunda parte da resenha de agosto, divulgada em 25 de setembro, quando apresentamos 12 empresas integrantes de nossas carteiras. Agora, voltamos a apresentar fundamentos de empresas investidas, trazendo alguns nomes ainda inéditos. Nosso objetivo é transparência na relação com nossos investidores, que confiam em nossa gestão, mas ficam curiosos com os temperos usados pelo chef, que tornam tão diferentes os “sabores” que a eles servimos (claro que nos referimos ao desempenho de nossos fundos e às empresas que compõem as carteiras).
Bem, um desses temperos é o processo de avaliação que utiliza a ferramenta EVA – sigla em inglês que significa Valor Econômico Adicionado. Trata-se de um preceito básico na gestão de qualquer negócio. Um chef que cozinha sem arriscar arruinar o prato (destruir capital e valor dos recursos dos acionistas). Usamos muito também um condimento bastante fino: a observância às melhores práticas de ESG, o sal de todo alimento. Não economizamos na importância dada aos dividendos, nos quais está o real valor nutritivo do prato, mas que a maior parte dos investidores relega.
Nesta (extensa) resenha, mostraremos nossos temperos – mas não todos, claro; alguns fazem parte daqueles toques altamente especiais que formam a excelência de uma cozinha. Também não podemos entregar a receita – lógico: porções, quantidades e proporções são segredos do chef e de seus auxiliares. Mas o que apresentaremos certamente dará água na boca de nossos investidores, à medida em que os pratos forem sendo servidos ao longo dos meses – nas cotas de nossos fundos.


