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Prezados Investidores,
Os últimos meses não têm sido fáceis para os mercados, com investidores nervosos e desorientados por fatores muito mais políticos do que econômicos: Trump com sua vendeta comercial, ataques a refinarias sauditas, confusão sobre o Brexit e atraso na reforma da previdência, todos fatos que chacoalharam a confiança dos investidores afetando as expectativas para a economia como um todo. As emoções à flor da pele afastam os investidores dos fundamentos e afetam diretamente os papéis que compõem nossas carteiras, como alguns dos principais ETFs de mercados emergentes e/ou small caps. Seus detentores são obrigados a vender suas posições para fazer frente aos resgates daqueles que não podem – ou não querem – esperar a situação melhorar, o que afeta diretamente nossas posições.
ETFs:Exchanged Traded Fund, ou fundo passive que espelha algum índice.
Enfim, a palavra aqui é paciência, pois qualquer correção em nossas carteiras é, para o investidor racional, um belo ponto de entrada. Como temos convicção em nossas empresas e em seu desempenho futuro, há a possibilidade de comprar ativos sólidos com maior desconto. Infelizmente, nem todos pensam assim, o que é comprovado por estudos de economia comportamental e seus muitos exemplos que mostram a completa irracionalidade dos investidores na hora de tomar decisões em momentos de tensão. Como dizia Benjamin Graham, “O maior inimigo do investidor é ele mesmo.” Longo prazo é longo prazo, não só quando o mercado sobe; olhar adiante é um exercício diário de paciência e deve-se aproveitar as quedas para reforçar uma posição.
Independentemente do prazo, o mais importante é olhar a consistência do gestor. Para medir nossa regularidade, fizemos uma simulação de 30.000 aplicações e 30.000 resgates em nosso Trígono Flagship, com prazos de permanências randômicos, desde a abertura do fundo em abril de 2018 até hoje, comparando os resultados contra o IBOV.
Segue abaixo:

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